PL elege seis governadores e lidera o ranking de partidos nas eleições de 2026, consolidando sua força política em diversas unidades da federação.
O Partido Liberal (PL) se destaca como a legenda com o maior número de governadores eleitos nas eleições de 2026, assumindo o comando de seis estados a partir de 2027. O Partido Social Democrático (PSD) aparece em segundo lugar, com cinco governos conquistados. PP, PT e Republicanos fecham o pódio, empatados com quatro governadores cada, demonstrando uma distribuição de poder significativa entre as principais forças partidárias do país.
Ao todo, 27 unidades da federação terão seus governadores definidos, com oito partidos diferentes conquistando essas posições. A maior parte das vitórias, 21 ao todo, foi decidida ainda no primeiro turno das eleições. Seis disputas necessitaram do segundo turno, realizado no último domingo, para serem definidas.
Esses resultados foram consolidado com base nos dados oficiais da apuração dos votos, incluindo a retotalização realizada no Rio de Janeiro. A análise considera apenas a filiação partidária dos governadores eleitos, sem levar em conta alianças ou coligações formadas durante o processo eleitoral. Conforme informação divulgada pela Jovem Pan News, o cenário político nacional apresenta um novo mapa de poder com a consolidação dessas vitórias.
PL comanda seis estados, demonstrando forte desempenho eleitoral
O PL lidera o ranking com seis governadores eleitos: Sergio Moro no Paraná, Douglas Ruas no Rio de Janeiro, Marcos Rogério em Rondônia, Arthur Henrique em Roraima, Luciano Zucco no Rio Grande do Sul e Jorginho Mello em Santa Catarina. A vitória em todos esses estados reforça a expressiva presença do partido na administração pública federal.
PSD e outros partidos seguem de perto na disputa por governos estaduais
O PSD garantiu cinco governos, com Dr. Furlan no Amapá, Omar Aziz no Amazonas, Eduardo Braide no Maranhão, Raquel Lyra em Pernambuco e Fábio Mitidieri em Sergipe. O PP, o PT e os Republicanos empataram na terceira posição, cada um com quatro governadores eleitos. O PP elegeu Mailza Assis no Acre, Celina Leão no Distrito Federal, Eduardo Riedel em Mato Grosso do Sul e Lucas Ribeiro na Paraíba. Já o PT terá Jerônimo Rodrigues na Bahia, Elmano de Freitas no Ceará, Rafael Fonteles no Piauí e Cadu Xavier no Rio Grande do Norte. Os Republicanos conquistaram Lorenzo Pazolini no Espírito Santo, Cleitinho Azevedo em Minas Gerais, Otaviano Pivetta em Mato Grosso e Tarcísio de Freitas em São Paulo.
O segundo turno e a consolidação das vitórias eleitorais
O cenário eleitoral sofreu alterações significativas após o primeiro turno. Inicialmente, o PL havia conquistado cinco governos, seguido pelo PSD com quatro. PT e Republicanos detinham três vitórias cada, enquanto PP tinha duas e MDB, Podemos e PSDB somavam uma unidade. A decisão da Justiça Eleitoral de anular os votos de Anthony Garotinho no Rio de Janeiro, por exemplo, levou a uma retotalização que confirmou a eleição de Douglas Ruas (PL) ainda no primeiro turno, elevando a bancada do partido para seis governadores.
Crescimento de partidos e vitórias estratégicas no segundo turno
O PP foi o partido com maior crescimento entre os dois turnos, ampliando sua representação de dois para quatro governos. O PT, o PSD, os Republicanos e o PSDB também adicionaram uma vitória cada em suas respectivas contagens após as disputas do segundo turno. O PSDB elegeu JHC em Alagoas e Vicentinho Júnior no Tocantins, enquanto o MDB garantiu Daniel Vilela em Goiás e o Podemos elegeu Dr. Daniel Santos no Pará. Essas vitórias demonstram a dinâmica e as reviravoltas que podem ocorrer em processos eleitorais definidos em etapas distintas.
