Trump Ameaça Destruir Navios Iranianos no Estreito de Ormuz com Táticas Brutais Usadas Contra Traficantes no Caribe

BRASIL

Trump promete “eliminação” de navios iranianos no Estreito de Ormuz com métodos severos.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elevou o tom em relação ao Irã nesta segunda-feira (13), anunciando que qualquer navio iraniano que se aproximar do bloqueio naval americano no Estreito de Ormuz será “imediatamente eliminado”.

A ameaça direta foi feita através de sua rede social, Truth Social, onde Trump detalhou que o método de destruição será o mesmo aplicado a embarcações no Caribe durante operações contra o tráfico de drogas.

A medida, que entrou em vigor hoje, visa impor um rigoroso controle sobre o tráfego marítimo na estratégica via, com advertências já emitidas pela agência marítima do Reino Unido a outros navios.

Bloqueio entra em vigor e gera tensão no Estreito de Ormuz

O bloqueio anunciado por Trump, que se aplica a embarcações com destino ou origem em portos iranianos, começou a valer às 11h desta segunda-feira, horário de Brasília. A ação foi classificada pelo regime iraniano como “ilegal” e “um exemplo de pirataria”.

A Marinha dos Estados Unidos confirmou que a interdição visa qualquer embarcação que cruze o estreito, reforçando a determinação de Washington em controlar o fluxo marítimo na região, palco de frequentes tensões geopolíticas.

EUA aplicam “sistema de eliminação” contra navios iranianos

Em sua publicação, Donald Trump declarou que o Irã será alvo do “mesmo sistema de eliminação” utilizado contra traficantes de drogas em barcos no mar. Ele descreveu o método como “rápido e brutal”, demonstrando a severidade da política adotada.

O presidente americano também citou um suposto sucesso na redução da entrada de drogas nos EUA, afirmando que “98,2% das drogas que entravam nos EUA por via marítima ou oceânica PARARAM!”.

Trump alega destruição de 158 navios iranianos

Em um trecho adicional de sua declaração, Trump afirmou que os Estados Unidos já teriam destruído “158 navios militares iranianos”, alegando que a Marinha do Irã “jaz no fundo do mar, completamente destruída”.

Ele fez uma ressalva sobre os chamados “navios de ataque rápido” iranianos, que segundo ele, não foram considerados uma grande ameaça e, portanto, não foram o foco das ações anteriores.

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