Jovem de 26 anos encontrado morto com sinais de tortura em rio pode ter sido vítima de ‘tribunal do crime’, aponta polícia

RONDONIA

Polícia investiga brutal assassinato de jovem em Ji-Paraná como possível execução por organização criminosa

O corpo de Carlos Eduardo Santos Souza, de 26 anos, foi encontrado no sábado (24) às margens do Rio Machado, em Ji-Paraná, Rondônia. A principal linha de investigação da polícia aponta para a possibilidade de o jovem ter sido vítima de um “tribunal do crime”, uma forma de justiçamento utilizada por facções criminosas.

Carlos Eduardo estava desaparecido há aproximadamente três dias quando seu corpo foi avistado boiando no rio por um casal, que acionou imediatamente o Corpo de Bombeiros. A localização exigiu uma busca minuciosa dos bombeiros, que percorreram cerca de seis quilômetros.

As circunstâncias da morte são alarmantes. Segundo o delegado José Flaviano, responsável pela investigação, o corpo de Carlos Eduardo apresentava claros sinais de tortura e uma corda foi encontrada em seu pescoço, indicando uma morte violenta e possivelmente premeditada. O caso está sendo tratado como homicídio.

Desaparecimento e descoberta macabra

O desaparecimento de Carlos Eduardo Santos Souza foi registrado há cerca de três dias antes da descoberta de seu corpo. A família já estava em busca do jovem, e a notícia de sua morte, em circunstâncias tão brutais, chocou a comunidade local. A polícia busca agora por pistas que possam levar aos responsáveis pela execução.

Investigação aponta para ‘tribunal do crime’

O delegado José Flaviano destacou que os sinais de tortura e a presença da corda no pescoço são indícios fortes de que Carlos Eduardo foi submetido a um ritual de punição por alguma organização criminosa. Esse tipo de ação, conhecida como “tribunal do crime”, visa impor medo e disciplina dentro e fora do ambiente carcerário.

Buscas e localização do corpo

Após o acionamento do Corpo de Bombeiros por um casal que avistou o corpo boiando, as equipes realizaram uma operação de busca ao longo do Rio Machado. Foram percorridos aproximadamente 6 quilômetros até que o corpo do jovem fosse finalmente localizado e resgatado. A perícia foi acionada para os procedimentos de praxe.

Homicídio sob investigação rigorosa

O caso está sob investigação rigorosa como homicídio. A polícia está reunindo evidências e testemunhos para elucidar completamente as circunstâncias da morte de Carlos Eduardo Santos Souza e identificar os autores deste crime hediondo, buscando levar os responsáveis à justiça.

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