Renúncia de 11 Governadores para Eleições 2024: Quem Sai e Quem Fica no Poder?

GERAL

Onze governadores deixam cargos para disputar eleições de outubro, movimentando o cenário político nacional.

O sábado, 4, marcou o fim do prazo para que agentes públicos que almejam se candidatar nas eleições de outubro deixassem seus cargos. Essa regra, conhecida como desincompatibilização, impactou diretamente governadores, prefeitos e ministros de Estado que pretendem concorrer no pleito deste ano.

Com o encerramento do período, um total de 11 governadores renunciaram aos seus mandatos para buscar novas posições políticas. A decisão abre caminho para vice-governadores assumirem as administrações estaduais e intensifica a disputa em diversas regiões do país.

A medida visa garantir a isonomia e evitar que os atuais ocupantes de cargos executivos utilizem a máquina pública em benefício de suas campanhas. Acompanhe os detalhes sobre quem deixou o governo e quais são os planos para as eleições de 2024, conforme informações divulgadas pelo Rondoniagora.com.

Dois governadores miram a Presidência da República

Entre os que deixaram o cargo, dois governadores expressaram o desejo de concorrer à Presidência da República. Ronaldo Caiado (PSD-GO) já anunciou sua pré-candidatura, enquanto Romeu Zema (Novo-MG), após dois mandatos consecutivos, sinalizou a intenção de disputar o Planalto, embora ainda não tenha formalizado a candidatura.

Nove governadores buscam vaga no Senado

A maioria dos governadores que renunciaram, nove no total, tem como objetivo uma vaga no Senado Federal. São eles: Gladson Cameli (PP-AC), Wilson Lima (União-AM), Ibaneis Rocha (MDB-DF), Renato Casagrande (PSB-ES), Mauro Mendes (União-MT), Helder Barbalho (MDB-PA), João Azevêdo (PSB-PB) e Antonio Denarium (PP-RR).

O ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), também renunciou para disputar uma cadeira no Senado. No entanto, sua situação é peculiar, pois foi condenado à inelegibilidade até 2030 pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o que o levará a disputar o cargo sub judice.

Nove governadores disputam a reeleição e seguem no comando

Por outro lado, nove governadores optaram por disputar a reeleição e, por lei, não precisaram deixar seus cargos. Eles poderão continuar administrando seus estados durante o período eleitoral. São eles: Clécio Luís (União-AP), Jerônimo Rodrigues (PT-BA), Elmano de Freitas (PT-CE), Eduardo Riedel (PP-MS), Raquel Lyra (PSD-PE), Rafael Fonteles (PT-PI), Jorginho Mello (PL-SC), Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) e Fátima Bezerra (PT-RN).

Sete governadores concluem mandato e não concorrem em 2024

Sete governadores decidiram completar seus mandatos atuais e não concorrerão em 2024, pois já cumpriram dois mandatos consecutivos. São eles: Paulo Dantas (MDB-AL), Carlos Brandão (Sem partido-MA), Ratinho Junior (PSD-PR), Fátima Bezerra (PT-RN), Eduardo Leite (PSD-RS), Marcos Rocha (PSD-RO) e Wanderlei Barbosa (Republicanos-TO).

O primeiro turno das eleições ocorrerá em 4 de outubro, com cerca de 155 milhões de eleitores aptos a votar para presidente, governadores, senadores e deputados. O segundo turno para presidente e governador está previsto para 25 de outubro, caso nenhum candidato atinja a maioria dos votos válidos no primeiro turno.

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