Reviravolta em Rondônia: Pesquisa Revela Mudança Impactante na Disputa pelas Vagas de Senador em 2026

GERAL

Mudança no Cenário Eleitoral: PL Lidera Disputa pelo Senado em Rondônia, Indica Nova Pesquisa

Uma nova pesquisa eleitoral divulgada em parceria com o portal Rondôniaovivo traz um panorama surpreendente para as eleições de 2026 em Rondônia. O levantamento do Instituto Amazônia de Pesquisa aponta uma reviravolta significativa na corrida pelas duas vagas ao Senado Federal, com candidatos do Partido Liberal (PL) apresentando vantagem considerável na soma dos votos de primeira e segunda escolha.

O estudo, realizado entre os dias 1º e 9 de julho com 2.500 entrevistados, revela que o cenário político para o Senado em Rondônia está longe de ser definido. A margem de erro de 2,45 pontos percentuais e o nível de confiança de 95% conferem credibilidade aos dados, que foram devidamente registrados na Justiça Eleitoral sob o número RO-04350/2026.

A pesquisa considerou a metodologia de voto múltiplo, onde cada eleitor pode escolher até dois candidatos para o Senado, refletindo a dinâmica da eleição que definirá dois representantes por estado. Os resultados indicam que o PL tem motivos para comemorar, mas a expressiva parcela de eleitores ainda indecisos ou que pretendem votar em branco ou nulo sugere que a disputa pode sofrer alterações significativas até o dia da eleição.

Dr. Fernando Máximo e Bruno Bolsonaro Scheid Lideram Soma de Votos

Na modalidade de votos válidos estimulados, considerando a soma do primeiro e do segundo voto, o candidato Dr. Fernando Máximo (PL) desponta na liderança com expressivos 50,27%. Em seguida, aparece Bruno Bolsonaro Scheid (PL), com 33,40%. A pesquisa indica ainda que Mariana Carvalho (Republicanos) obteve 30,79%, Silvia Cristina (PP), 30,25%, e Confúcio Moura (MDB), 24,93%.

Analisando apenas o primeiro voto estimulado, Dr. Fernando Máximo mantém a ponta com 25,21%, seguido por Bruno Bolsonaro Scheid com 20,45%. Silvia Cristina surge com 16,44%, e Confúcio Moura e Mariana Carvalho aparecem empatados com 12,96% cada. Acir Gurgacz (PDT) registra 7,64%.

No segundo voto estimulado, Dr. Fernando Máximo continua na liderança com 25,06%. Mariana Carvalho aparece em segundo lugar com 17,83%, seguida por Silvia Cristina (13,81%) e Bruno Bolsonaro Scheid (12,95%). Confúcio Moura figura com 11,97%.

Votos Estimulados Gerais Apontam Cenário Volátil

Quando a pesquisa foca nos votos estimulados gerais, sem a distinção de votos válidos, a liderança de Dr. Fernando Máximo (PL) se confirma com 40,86% na soma do primeiro e segundo voto. Bruno Bolsonaro Scheid (PL) aparece em segundo com 27,19%. Mariana Carvalho (Republicanos) e Silvia Cristina (PP) seguem com 25,00% e 24,60%, respectivamente.

Um dado relevante é o percentual de eleitores que ainda não definiram seus votos, totalizando 19,04%, e aqueles que pretendem votar em branco ou nulo, somando 18,40%. Esses números demonstram que a disputa pelas duas cadeiras no Senado ainda é aberta e pode sofrer alterações consideráveis.

Na análise do primeiro voto estimulado geral, Dr. Fernando Máximo lidera com 20,62%, seguido por Bruno Bolsonaro Scheid com 16,73%. Silvia Cristina aparece com 13,45%, enquanto Confúcio Moura e Mariana Carvalho registram 10,60% cada. No segundo voto estimulado geral, Fernando Máximo mantém a dianteira com 20,24%, e Mariana Carvalho figura em segundo com 14,40%.

PL em Posição Favorável, Mas Campanha Será Decisiva

De acordo com o levantamento, o PL se encontra em uma posição favorável na disputa pelas duas vagas de senador por Rondônia. No entanto, os demais candidatos seguem em busca de consolidar seu espaço no eleitorado ao longo da campanha eleitoral. A pesquisa, realizada pelo Instituto Amazônia de Pesquisa, serve como um retrato do momento, e não como uma previsão definitiva do resultado final das eleições de 2026.

É fundamental ressaltar que a eleição para o Senado em 2026 permitirá que cada eleitor vote em dois candidatos, o que explica a possibilidade da soma das intenções de voto ultrapassar 100%, chegando a até 200%, conforme a metodologia adotada. A estratégia de campanha e a articulação política dos candidatos serão cruciais para definir quem ocupará as cadeiras no Senado Federal.

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