Menino de quatro anos morre após cair em igarapé e ser levado pela correnteza em Ji-Paraná
Uma triste fatalidade abalou a cidade de Ji-Paraná, em Rondônia, no último sábado (31). Um menino de apenas quatro anos, diagnosticado com autismo, perdeu a vida após cair em um igarapé e ser arrastado pela força da correnteza. O incidente ocorreu em um momento em que a região havia registrado chuvas, o que pode ter intensificado o fluxo da água.
A mãe da criança relatou que não percebeu o momento em que o filho acordou e saiu de casa. A descoberta do acidente ocorreu quando vizinhos alertaram sobre a queda do menino no igarapé, que fica próximo à residência da família. A notícia gerou grande comoção na comunidade local.
As equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas imediatamente e iniciaram as buscas. Após cerca de 30 minutos de trabalho intenso, a criança foi localizada a aproximadamente 300 metros de onde foi vista pela última vez. Conforme informação divulgada pelos bombeiros, ele ficou muito tempo na água, recebendo os primeiros socorros e sendo encaminhado ao hospital, mas infelizmente não resistiu.
Buscas e socorro rápido, mas sem sucesso no resgate da vida
A rápida ação do Corpo de Bombeiros foi crucial para localizar o menino. As buscas, que duraram cerca de meia hora, resultaram na localização da criança a uma distância considerável do ponto de queda. Apesar de todos os esforços e do atendimento de emergência prestado, o menino não pôde ser salvo, evidenciando a gravidade da situação e o tempo em que permaneceu na água.
Diagnóstico de autismo e alerta sobre segurança
É importante ressaltar que a criança tinha diagnóstico de autismo. Diante da tragédia, o Movimento das Mães Atípicas de Porto Velho emitiu uma nota lamentando profundamente o ocorrido. A organização aproveitou para reforçar a necessidade de maior atenção à segurança em espaços públicos e a importância da prevenção de acidentes envolvendo crianças, especialmente aquelas com deficiência.
Reflexão sobre a proteção de todas as crianças
A nota do Movimento das Mães Atípicas destaca a urgência em se pensar em medidas que garantam a proteção de todas as crianças. A reflexão sobre a segurança dos espaços públicos e a prevenção de acidentes é fundamental para evitar que outras famílias passem por momentos tão dolorosos. A tragédia em Ji-Paraná serve como um doloroso lembrete da vulnerabilidade infantil.
