Suspeito de matar mulher em RO é preso com a esposa em MT, ambos foragidos da Justiça
Thiago Maia Thomaz, de 34 anos, principal suspeito de assassinar Izelma Ferreira da Silva, e sua esposa, Yasmim de Freitas Teixeira, de 33 anos, foram presos em Cuiabá, Mato Grosso. O casal era considerado foragido da Justiça de Rondônia, com mandados de prisão em aberto.
A prisão ocorreu após um alerta da Polícia Civil de Rondônia para a Polícia Civil de Mato Grosso, indicando a possível presença dos foragidos na região. A ação culminou na localização do casal em um terreno baldio próximo à Rodoviária Central de Cuiabá.
Conforme informações divulgadas pelo g1, a investigação sobre a morte de Izelma Ferreira da Silva teve início em agosto de 2026. A vítima foi encontrada sem vida em uma casa abandonada no Setor 7, em Jaru, apresentando lesões no pescoço e sinais de luta corporal.
Investigação e Captura do Casal Foragido
A Polícia Civil de Mato Grosso, ao receber o alerta, iniciou as buscas e, com o apoio do Núcleo de Inteligência da Gerência Estadual de Polinter e Capturas (Gepol), conseguiu identificar e prender o suspeito e sua esposa.
Thiago Maia Thomaz possuía dois mandados de prisão em aberto relacionados ao caso de homicídio, sendo um de prisão temporária e outro de prisão preventiva. Sua esposa, Yasmim de Freitas Teixeira, já possuía uma condenação definitiva pelos crimes de furto e receptação.
Detalhes do Crime em Jaru
O corpo de Izelma Ferreira da Silva foi encontrado em uma situação chocante. Relatos indicam a presença de vestígios de sangue no imóvel, além de evidências de uma intensa luta corporal. As lesões concentradas na região do pescoço da vítima levantaram suspeitas de um crime violento.
A equipe policial que atendeu a ocorrência inicial registrou o caso como homicídio, dando início aos procedimentos para identificar e capturar os responsáveis pela morte brutal.
Prisão em Cuiabá e Próximos Passos
Após a captura em Cuiabá, o casal foi encaminhado à delegacia, onde prestaram depoimento e ficaram à disposição da Justiça. O caso segue em investigação pelas autoridades competentes.
O g1 informou que está buscando contato com a defesa dos suspeitos para obter mais informações sobre o caso e suas versões dos fatos.
