Marquinhos, o gigante do PSG, mira um novo capítulo na Seleção Brasileira
A imagem do pênalti perdido por Marquinhos contra a Croácia, nas quartas de final da Copa do Mundo de 2022, ainda assombra o zagueiro. O erro, que selou a eliminação do Brasil, é uma cicatriz que ele carrega, mas que também serve de motivação para o futuro.
Agora, com 32 anos, o defensor busca transformar a dor em combustível para escrever um novo capítulo com a camisa amarela na Copa do Mundo de 2026. Capitão e peça fundamental no Paris Saint-Germain, Marquinhos chega à Seleção com o moral elevado após conquistas importantes.
Essa trajetória de superação e conquistas, marcada por títulos e aprendizados na Europa, é o que o faz acreditar na possibilidade de um novo momento com a Seleção Brasileira. Conforme informações divulgadas pela FOLHAPRESS, o zagueiro tenta deixar para trás o momento difícil no Qatar e se firmar como um líder para as próximas competições.
O Ídolo do PSG e a Busca por Glória na Seleção
Desde que chegou ao Paris Saint-Germain em 2013, aos 19 anos, Marquinhos se tornou um dos maiores ídolos da história do clube francês. Ele acompanhou de perto a ascensão do PSG, acumulando impressionantes 38 títulos. Recentemente, o zagueiro foi peça chave na conquista da Liga dos Campeões da Europa, o maior troféu da história do clube.
Após a vitória, Marquinhos se emocionou ao falar sobre as dificuldades e críticas que enfrentou ao longo dos anos. “Foi muito difícil. A gente sofreu várias vezes com eliminações, falhei em alguns momentos, fui crucificado”, admitiu o jogador. Hoje, ele é o jogador com mais partidas na história do PSG, com 522 jogos, demonstrando sua profunda identificação e lealdade ao clube.
Cicatrizes que Fortalecem para o Futuro
A experiência no futebol europeu, com seus altos e baixos, ensinou a Marquinhos que as “cicatrizes ficam na carreira de um jogador”, mas também que é possível superá-las. Essa mentalidade é o que ele agora aplica em sua jornada com a Seleção Brasileira. Convocado pela primeira vez em 2013, ele participou de duas Copas do Mundo (2018 e 2022) e conquistou a medalha de ouro olímpica em 2016 e a Copa América em 2019.
Mesmo após a eliminação no Qatar, o defensor manteve o prestígio. Nenhum dos técnicos que passaram pela Seleção no ciclo até 2026 questionou sua posição. Com Carlo Ancelotti, a confiança foi reforçada, e Marquinhos segue como capitão, com a dupla de zaga titular projetada ao lado de Gabriel Magalhães.
Um Novo Capítulo em Busca do Hexa
Por conta da final da Liga dos Campeões, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Martinelli se apresentaram mais tarde à Seleção Brasileira, perdendo o amistoso contra o Panamá. O zagueiro deve se juntar ao elenco nos Estados Unidos, com o sonho de ser bicampeão europeu pelo PSG e, principalmente, conquistar a tão desejada Copa do Mundo com o Brasil.
Marquinhos espera que o pênalti perdido contra a Croácia se torne apenas uma lembrança distante. Ele almeja entrar para a lista histórica de capitães campeões mundiais da Seleção Brasileira, um feito que solidificaria ainda mais seu nome no futebol.
