Trump classifica atirador em jantar como ‘lobo solitário’ e critica falhas de segurança
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou em publicação na rede social Truth Social que o ataque ocorrido durante um jantar, onde um homem foi detido após disparos, foi obra de um ‘lobo solitário’. O incidente, que levou à evacuação do Serviço Secreto e à posterior fala de Trump na Casa Branca, gerou reações e preocupações sobre a segurança do evento.
Trump detalhou os primeiros momentos após o ataque, admitindo que não percebeu imediatamente que se tratava de uma ameaça direta contra ele. A situação escalou quando o suspeito, identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos, tentou justificar suas ações com alegações que o presidente refutou veementemente em entrevista ao programa ’60 Minutes’, afirmando ‘Eu não sou um pedófilo’.
As autoridades federais dos EUA estão analisando uma nota atribuída ao detido. O procurador-geral interino, Todd Blanche, afirmou que o principal suspeito ‘pretendia atingir pessoas que trabalham na administração, provavelmente incluindo o presidente’. O suspeito será acusado em tribunal federal por agressão a agente federal, disparo de arma de fogo e tentativa de homicídio contra agente federal.
Trump critica segurança e ações judiciais
Em sua publicação na Truth Social, Donald Trump afirmou que o episódio ‘nunca teria acontecido’ se o salão onde ocorria o jantar, descrito por ele como um espaço ‘ultrasseuro’ e com padrão militar, já estivesse concluído. Ele aproveitou para criticar uma ação judicial que busca barrar a construção do referido salão, classificando o processo como ‘absurdo’.
Repercussão internacional e apoio a Trump
O incidente também gerou repercussão internacional. O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, conversou por telefone com Donald Trump para transmitir suas condolências e discutir a necessidade urgente de retomar o tráfego marítimo no Estreito de Ormuz, dada as graves consequências para a economia global. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, também expressou solidariedade ao presidente americano, ressaltando que ‘a violência política não tem lugar em nossas democracias’.
Investigação em andamento e acusações formais
O governo britânico informou estar em ‘cooperação estreita’ com as forças de segurança dos Estados Unidos após o ataque. O procurador-geral interino dos EUA, Todd Blanche, confirmou que o suspeito enfrentará acusações formais em um tribunal federal, incluindo agressão e tentativa de homicídio contra um agente federal, evidenciando a gravidade do ocorrido e a intenção por trás da ação.
