Luana Piovani expõe relação conturbada com o filho Dom e faz críticas severas à religião evangélica
A atriz Luana Piovani abriu o jogo sobre sua relação com o filho mais velho, Dom, de 14 anos, após a decisão do adolescente de passar a morar com o pai, o surfista Pedro Scooby. Em uma entrevista reveladora, Piovani descreveu a convivência como um verdadeiro “inferno”, utilizando a expressão “algoz em casa” para descrever o comportamento do filho.
A artista detalhou o desgaste emocional que enfrentou, admitindo que a maternidade pode ser uma “obsessão” e que os filhos, em sua visão, “são manipuladores”. Ela confessou que permitia certas situações por amor, na esperança de que a relação melhorasse, o que, segundo ela, não aconteceu.
A decisão de permitir que Dom fosse morar com Pedro Scooby, conforme relatado por Luana Piovani em entrevista ao podcast Conversa Vai, Conversa Vem, foi vista como um alívio e uma reorganização necessária para a dinâmica familiar. Atualmente, a atriz reside em Portugal com os outros dois filhos, os gêmeos Bem e Liz, de 10 anos, frutos de seu relacionamento com Scooby.
Um “inferno” em casa e a busca pela felicidade do filho
Luana Piovani descreveu a situação em casa como insustentável: “Vi que estava vivendo um inferno, com um algoz em casa que todo dia empurrava o punhal mais pra dentro.” A atriz acredita que a mudança de Dom para a casa do pai foi benéfica para todos os envolvidos. “A felicidade dele não estava aqui comigo. Ele tinha o direito de viver com o pai. Foi bom para todos,” afirmou.
A atriz ainda comentou sobre a melhora na relação com o ex-marido e o filho: “Dom está feliz, Pedro está mais responsável e tem me surpreendido. Nossa relação virou uma lua de mel.” Essa declaração sugere uma pacificação e um novo momento na dinâmica familiar após a separação e as dificuldades anteriores.
Críticas contundentes à religião evangélica
Na mesma entrevista, Luana Piovani também se posicionou de forma enfática sobre sua visão a respeito da religião evangélica, que teve influência de sua avó. “Minha avó, que me levou para a Igreja Adventista do Sétimo Dia, deve estar dando volta no caixão,” declarou, mostrando um distanciamento de suas raízes religiosas.
Piovani expressou sua crença em um Deus de amor e diversidade, contrastando com o que ela percebe no cenário evangélico atual. “Religião é reverenciar e respeitar a natureza, os seres humanos, a diversidade, pregar o amor. Deus é amor. Seja os diferentes nomes que possa ter,” disse, antes de fazer uma crítica dura.
Evangélicos como “o pior do ser humano” e “indústria política”
A atriz foi categórica ao afirmar que “O evangélico de hoje é o que há de pior no ser humano. Virou o protótipo de um ser desprezível. Virou uma indústria política.” Essa declaração gerou grande repercussão e polêmica, demonstrando sua insatisfação com a direção que o segmento religioso tem tomado.
Reforçando seu posicionamento, Luana Piovani declarou: “Sou evangélica e tenho lugar de fala para dizer: a maioria dos evangélicos hoje é uma raça que pelo amor de Deus! Achou ruim? Come menos! Caguei para vocês!” A atriz demonstrou não se importar com possíveis reações negativas às suas opiniões sobre o tema.
